Revolução Socialista na Rússia
Estamos entrando numa nova fase, agora iremos conhecer mais sobre a Revolução socialista que ocorreu na Rússia em 1917. O conhecimento será construído com ampla participação de cada um de vocês alunos, por isso postem suas informações sobre o assunto e participem a vontade.
14 comentários:
O Socialismo Científico foi desenvolvido no século XIX por Karl Marx e Friedrich Engels. Recebe também, por motivos óbvios, a denominação de Socialismo Marxista.
Ele rompe com o Socialismo Utópico por apresentar uma análise crítica da realidade política e econômica, da evolução da história, das sociedades e do capitalismo.
Marx e Engels enaltecem os utópico pelo seu pioneirismo, porém defendem uma ação mais prática e direta contra o capitalismo através da organização da revolucionária classe proletária.
Para a formulação de suas teorias Marx sofreu influência de Hegel e dos socialista utópicos.
Ass: Dijean Santana e Lucivania Duarte
O Socialismo é um sistema político-econômico ou uma linha de pensamento criado no século XIX para confrontar o liberalismo e o capitalismo. A idéia foi desenvolvida a partir da realidade na qual o trabalhador era subordinado naquele momento, como baixos salários, enorme jornada de trabalho entre outras.
Nesse sentido, o socialismo propõe a extinção da propriedade privada dos meios de produção e a tomada do poder por parte do proletariado e controle do Estado e divisão igualitária da renda.Diante de todas as considerações, a seguir os principais aspectos do socialismo que deixam claro a disparidade com o sistema capitalista.
• Socialização dos meios de produção: todas as formas produtivas, como indústrias, fazendas entre outros, passam a pertencer à sociedade e são controladas pelo Estado, não concentrando a riqueza nas mãos de uma minoria.
• Não existem classes, ou seja, existe somente a classe trabalhadora e todos possuem os mesmos rendimentos e oportunidades.
• Economia planificada: corresponde a todo controle dos setores econômicos, dirigidos pelo Estado, determinando os preços, os estoques, salários, regulando o mercado como um todo.
Marx e Engels partem de uma análise histórica, distinguindo as várias formas de opressão social durante os séculos e situa a burguesia moderna como nova classe opressora. Não deixa, porém, de citar seu grande papel revolucionário, tendo destruído o poder monárquico e religioso valorizando a liberdade econômica extremamente competitiva e um aspecto monetário frio em detrimento das relações pessoais e sociais, assim tratando o operário como uma simples peça de trabalho. Este aspecto juntamente com os recursos de aceleração de produção (tecnologia e divisão do trabalho) destrói todo atrativo para o trabalhador, deixando-o completamente desmotivado e contribuindo para a sua miserabilidade e coisificação. Além disso, analisa o desenvolvimento de novas necessidades tecnológicas na indústria e de novas necessidades de consumo impostas ao mercado consumidor.
Socialismo utopico: foi um socialismo idealizado impossivel de ser aplicado, seus precursores: Robert Owen, Saint Simon. Ja o socialismo real ou cientifico considera as necessidades da sociedade, portanto apresenta propostas.
Ass: Ana Paula e Patrícia
li todos os assuntos,porém respondi as perguntas no meu caderno.
concerteza INGRID BETANCOURT,é uma mulher de grande raça e força de vontade de viver e merece ser respeitada por todos.
O Socialismo seria, em teoria, um sistema de governo onde todos os meios de produção pertencem à coletividade, onde não existiria o direito à propriedade privada, as desigualdades sociais seriam pequenas e a taxa de analfabetismo muito baixa, pois seria um sistema de transição para o comunismo - onde não existiria mais Estado nem desigualdade social - portanto o Estado socialista deveria diminuir gradualmente até desaparecer.
Obviamente essa diminuição de poder nos paises socialistas não orcorreram, ao invez disso os governos desses países se tornaram, em sua maioria, ditaduras. Podemos observar esse fato com o exemplo da China onde o governo é descrito como autoritário, socialista, com pesadas restrições à liberdade de imprensa, de reunião, de movimento, de direitos reprodutivos e de religião, além de obstáculos ao livre uso da internet.
As diferentes teorias socialistas surgiram como reação à desigualdade, opressão e exploração que as pessoas enxergavam na sociedade capitalista do século XIX.
O Socialismo seria, em teoria, um sistema de governo onde todo o meio de produção pertencem à coletividade, onde não existiria o direito à propriedade privada, as desigualdades sociais seriam pequenas e a taxa de analfabetismo muito baixa, pois seria um sistema de transição para o comunismo - onde não existiria mais Estado nem desigualdade social - portanto o Estado socialista deveria diminuir gradualmente até desaparecer.
O Socialismo é um sistema político-econômico ou uma linha de pensamento criado no século XIX para confrontar o liberalismo e o capitalismo. A idéia foi desenvolvida a partir da realidade na qual o trabalhador era subordinado naquele momento, como baixo salários, enorme jornada de trabalho entre outras.
Nesse sentido, o socialismo propõe a extinção da propriedade privada dos meio de produção e a tomada do poder por parte do proletariado e controle do Estado e divisão igualitária da renda.Diante de todas as considerações, a seguir os principais aspectos do socialismo que deixam claro a disparidade com o sistema capitalista.
• Socialização dos meios de produção: todas as formas produtivas, como indústrias, fazendas entre outros, passam a pertencer à sociedade e são controladas pelo Estado, não concentrando a riqueza nas mãos de uma minoria.
• Não existem classes, ou seja, existe somente a classe trabalhadora e todo O Socialismo Científico foi desenvolvido no século XIX por Karl Marx e Friedrich Engels. Recebe também, por motivos óbvios, a denominação de Socialismo Marxista.
ASS:PLÁCIDA FERREIRA E JOEANE ROSA
Revolução Russa
As causas da revolução: A russa governada pelos tzares( imperadores ) era um dos países pobres e opressores do mundo. Foi primeira tentativa na historia de se construir uma sociedade socialista.
Mencheviques: empenhavam-se em dar ao país uma constituição. Acreditavam no avanço do capitalimo na Rússia e na empresa privada como fonte do progresso econômico.
Bolcheviques: eles seguiam as idéis de Lênin. Para eles, o partido deveria ser uma organização superdisciplinada com dedicação total dos mitantes.Cada membro deveria ser um verdadeiro revolucionário profissional.
Em 1917, houve duas revoluções na Rússia. A primeira delas, em março foi democrático-burguesa.A segunda,em novembro,foi a socialista.
Socialismo é um conjunto de doutrinas que visam a promoção do bem coletivo e da justiça social,pela estatização dos meios de produção e a conseqüente distribuição eqüitativa da renda nacional.
Karl Marx foi um pensador alemão do século XIX autor do manifesto comunista de 1848.Seu objetivo era se aproximar principalmente dos operários e componeses,mas também de alguns intelectuais,estudantes e pessoas de classe média,para difundir os ideais sicialistas e organizar a luta do povo russo contra a opressão tzarista.
Marx acreditava q asociedade capitalista é sempre injusta e que, portanto,o proletariado deveria fazer uma revolução para destrui-la. Em seguida, seria contruída a sociedade socialista.No socialismo não haveria mmais ricos nem propriedade privada.As terras, fábricas,bancos,empresas pertenceriam coletivamente a sociedade, e a economia seria dirigida diretamente pelos trabalhadores.
ALUNAS:INGRID E JEANE.
COLÉGIO: ESTADUAL ROGÉRIO RÊGO
DATA:23/07/2008
SERÍE:3° ANO DO ENSINO MÉDIO
TURNO: MATUTINO
ALUNAS: PLÁCIDA FERREIRA E JOEANE ROSA
PROFESSORA: MARCIA ADRIANA
DICIPLINA: HISTÓRIA
A Revolução Russa de 1917
Concórdia, Setembro de 98.
Introdução
Neste trabalho, procuramos esclarecer dúvidas à respeito da Revolução Russa de 1917, falando das causas que levaram a Rússia a “entrar em guerra” (“Ensaio Geral” – Revolução de 1905).
Comentaremos também sobre a Rússia na Primeira Guerra Mundial, onde o país sofreu várias derrotas, as Revoluções de 1917 (Revoluções Branca e Vermelha), a Guerra Civil, a Nova Política Econômica da Rússia, a Luta entre Stalin e Trotsky, além do período em que Stalin governou a União Soviética, transformando-a em uma Grande Potência.
A Revolução Russa de 1917
“PAZ, TERRA E PÃO: TODO PODER AOS SOVIETES”
A Revolução Russa de 1917 foi um dos movimentos mais importantes do mundo contemporâneo. Ela eclodiu num país "atrasado" da Europa, graças à combinação de uma série de fatores:
as derrotas da Primeira Guerra Mundial;
o absolutismo do governo;
a crise econômica;
grande desigualdade social existente no país;
a fome que atingia grande parte da população;
pesados impostos;
desorganização administrativa;
desorganização econômico-social;
derrotas sofridas em numerosas guerras;
corrupção e incompetência do governo.
A Revolução Russa de 1917 é considerada o modelo clássico de revolução proletária que destruiu a ordem capitalista e burguesa lançando os fundamentos do primeiro Estado socialista da história da humanidade.
Portanto, a Revolução Russa de 1917 foi o modelo clássico de revolução burguesa que desmantelou a velha ordem feudal e aristocrática, criando as condições para o desenvolvimento do capitalismo moderno.
A partir de 1917, a Rússia caminhou no sentido de se transformar numa das mais importantes potências mundiais, em condições de se rivalizar com os Estados Unidos, o grande líder do mundo capitalista.
A REVOLUÇÃO DE 1905: “ENSAIO GERAL”
PARA 1917
Em 1904, a Rússia entrou em guerra com o Japão pela disputa de territórios, mas foi derrotada. A situação socioeconômica do país agravou-se e o regime político do czar Nicolau II foi abalado por uma série de revoltas, em 1905, envolvendo operários, camponeses, marinheiros e soldados do exército.
Greves e protestos contra o regime absolutista do czar explodiram em diversas regiões da Rússia. Os líderes socialistas procuraram organizar os trabalhadores em conselhos (os sovietes), nos quais se debatiam as decisões políticas a serem tomadas.
Diante do crescente clima de revolta, o czar Nicolau II prometeu realizar, pelo Manifesto de Outubro, grandes reformas no pais: estabeleceria um governo constitucional, pondo fim ao absolutismo, e convocaria eleições gerais para parlamento (duma), que elaboraria uma constituição para a Rússia.
Os partidos de orientação liberal burguesa deram-se por satisfeitos com as promessas do czar. O Partido Bolchevique ficou sozinho, com seu projeto de levar adiante a revolução dos trabalhadores com a monarquia do czar.
Terminada a guerra contra o Japão, o governo russo mobilizou as tropas especiais (cossacos) para reprimir os principais focos de revolta dos trabalhadores. Diversos líderes revolucionários foram presos, desmantelando-se os sovietes.
Assumido o comando da situação, Nicolau II deixou de lado as promessas liberais que tinha feito no Manifesto de Outubro. Apenas a duma continuou funcionando, mas com poderes limitados e sob intimidação policial das forças do governo.
A Revolta de 1905 tinha fracassado, mas serviu para que os líderes revolucionários avaliassem seus erros e suas fraquezas e aprendessem a superá-los. Foi, segundo Lenin, um ensaio geral para a futura luta.
A RÚSSIA NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
A Revolução Russa já estava anunciada desde 1905. O regime czarista estava minado por várias forças contrárias: a oposição política da nobreza liberal e da burguesia, as manifestações de operários e camponeses, o crescimento dos partidos socialistas e a insatisfação das minorias nacionais submetidas ao Império Russo e obrigadas a adotar a religião, a cultura e a língua russa, em detrimento das suas.
A Rússia entrou na Primeira Guerra Mundial despreparada para uma guerra moderna e de longa duração. É verdade que seu exército possuía o maior contingente de toda a Europa, mas o comando era ineficiente, não havia apoio logístico, faltavam armas e as táticas de guerra eram ultrapassadas.
No final de 1916, o exército russo estava próximo da ruptura. Perdera cerca de 5 milhões de soldados, entre mortos, feridos, doentes ou aprisionados pelos inimigos. Em princípios de 1917, o exército russo era uma enorme massa de soldados cansados, maltrapilhos, famintos e desarmados, desejosos da paz e enraivecidos com o imperador. A Rússia estava à beira de uma revolução interna muito mais séria e radical do que a de 1905.
AS REVOLUÇÕES DE 1917
No início de 1917, a Europa esperava por uma revolução na Rússia. A guerra não apenas havia destruído a agricultura e matado soldados russos, mas também aprofundado a crise entre a sociedade e o governo do país. Apesar de prevista, a revolução apanhou todos de surpresa. Começou com uma série de manifestações de rua em Potrogrado e, ao receber ordens de reprimir os manifestantes, as tropas aderiram aos protestos. Sem condições de governar, no dia 12 de março, no calendário ocidental, ou 27 de fevereiro de 1917, no antigo calendário russo, o czar renunciou.
REVOLUÇÃO BRANCA
A partir disso, dois poderes instalaram-se na capital, Perorado. O governo da Duma, a Assembléia dominada pelo partido burguês Kadet, e o poder efetivo das ruas, que obedecia ao Soviete de Perorado, controlado pelos partidos Mencheviques e Socialista-Revolucionário. Os bolcheviques não estavam representados, pois sua liderança estava presa ou exilada e sua participação nos sovietes era minoritária.
A Duma e o Soviete de Perorado formaram um governo provisório, liderado pelo nobre liberal Lvov, do qual participavam representantes do Kadet e dos sovietes. Era o chamado governo de coalizão.
O governo provisório procurou realizar algumas medidas inadiáveis desejadas pelas oposições políticas, tais como:
redução da jornada de trabalho de 12 para oito horas;
anistia aos presos políticos e permissão para o regresso ao país dos exilados;
garantia das liberdades fundamentais do cidadão.
Esse governo provisório proclamou as liberdades fundamentais do homem, anistiou os presos, mas não resolveu os problemas prementes: "paz, pão e terra" para os camponeses.
REVOLUÇÃO VERMELHA
Em 7 de novembro de 1917 (25 de outubro, pelo calendário russo) os bolcheviques cercaram a cidade de Petrogrado, que sediava o governo provisório com o intuito de tomar o poder. O líder do governo, Kerensky, conseguiu fugir, mas diversos outros governantes foram presos. Os sovietes da Rússia reuniram-se num congresso e delegaram o poder governamental para o Conselho dos Comissários do Povo , presidido por Lenin. Sem demora, esse conselho tomou medidas de grande impacto revolucionário, como:
Pedido de paz imediata: Retirar a Rússia da Primeira Guerra Mundial e assinou com a Alemanha o Tratado de Brest-Litovsk, firmando a paz com os alemães.
Confisco de propriedades privadas: Reforma Agrária, ou seja, grandes propriedades foram tomadas dos aristocratas e da Igreja Ortodoxa para serem distribuídas entre o povo.
Estatização da economia: Controle Operário das fábricas, isto é, O novo governo passou a intervir diretamente na vida econômica, nacionalizando diversas empresas.
Declaração do direito nacional dos povos: O novo governo comprometeu-se a acabar com a dominação exercida pelo governo russo sobre regiões como a Finlândia, a Geórgia, a Armênia entre outros
GUERRA CIVIL
As forças políticas ligadas ao antigo regime russo, ao tempo do czar, montaram uma organização contra-revolucionária para derrubar o poder conquistado pelos bolcheviques. Para isso, contaram com o auxílio econômico e militar de países como Inglaterra, França e Japão, que temiam a repercussão das idéias socialistas.
O governo bolchevique conseguiu, entretanto, manter-se no poder graças à resistência militar do Exército Vermelho, liderado por Trotsky. Após violenta guerra civil, o Exército Vermelho saiu-se vitorioso. Assim, o Partido Bolchevique, que desde 1918 mudara o nome para Partido Comunista, firmou sua posição no comando do governo.
Depois da vitória do Exército Vermelho na guerra civil, os países capitalistas ocidentais procuraram isolar a Rússia socialista do relacionamento internacional.
O objetivo dessa política de isolamento foi estabelecer o chamado cordão sanitário em torno dos russos para impedir a expansão do socialismo pelo mundo.
A NOVA POLÍTICA ECONÔMICA:
Em 1921, a situação econômica estava pior que antes da revolução. A Republica Federal Socialista e Soviética Russa (RFSSR), sofreu uma terrível redução de forças, mais do que qualquer outra grande potência, com a Primeira Guerra e, em seguida, com a revolução e a guerra civil. Sua população declinou de 171 milhões de habitantes em 1914 para 132 milhões em 1921. A perda de territórios envolveu também a perda de fábricas, ferrovias e fazendas produtivas. Os conflitos destruíram grande parte do que tinha restado. Sua produção industrial, em 1921, equivalia a 13% daquela alcançada em 1913. O comércio exterior desapareceu totalmente, a agricultura produzia menos da metade do registrado no período pré-guerra e o produto interno bruto declinou-se em mais de 60%. Nas cidades e nos campos havia fome e miséria. O campo não recebia fertilizantes, ferramentas nem roupas das cidades. Por sua vez, não produzia alimentos e milhares de pessoas morriam de frio, fome e epidemias.
No início de 1921, o poder bolchevique estava totalmente ameaçado. A base naval de Kronstadt, um dos mais vigorosos pontos de apoio militar do bolcheviques em 1917, revoltou-se aos gritos de: "Vivam os sovietes, abaixo os bolcheviques!" Os marinheiros queriam a libertação do regime. O movimento de Kronstadt, que foi massacrado, desejava o fim da ditadura de partido punico, mas foi provocado pelas más condições de vida nas cidades e nos campos.
Nas regiões da Sibéria ocidental, do baixo Volga e dos Urais, havia um grande movimento de desobediência camponesa, que se recusava e atacava os comboios de abastecimentos que se dirigiam às cidades.
Reconhecendo a gravidade da situação, Lenin declarou aos seus pares: "Nós equivocamos. Atuamos como se pudéssemos construir o socialismo em um país no qual o capitalismo praticamente não existia. Antes de querer realizar a sociedade socialista, há que reconstruir o capitalismo".
A partir daí surgiu a Nova Política Econômica (NEP). Não se tratava de modificar a economia soviética. Eram medidas de urgência, impostas pela gravidade da situação. Era incerteza até quando iria durar isso.
Para aumentar a produção a qualquer custo, foram tomadas algumas medidas capitalistas, como a restauração da pequena e da média propriedade na indústria alimentícia, no comércio varejista e na agricultura.
Na agricultura, substituíram-se as ilimitadas e odiadas requisições de gênero por um imposto em produtos.
No setor industrial os resultados não foram muito significativos, apesar da adoção da liberdade a salarial e de comércio.
A terra pertencia ao estado e era arrendada aos camponeses. Os mais ativos e influentes nas comunidades , chamados Kulaks, enriqueceram-se ainda mais. Por outro lado, muitos camponeses pobres faliram, por causa da inflação e da economia de mercado, e foram para as cidades em busca de trabalho, agravando o desemprego.
A LUTA ENTRE STALIN E TROTSKY
A morte de Lenin trouxe uma ardente e violenta competição pelo poder entre diversos candidatos,
dos quais se destacaram Trotsky e Stalin. O primeiro era o mais capaz intelectualmente e o mais conhecido líder bolchevique depois de Lenin. Era considerado quase um símbolo da revolução, pois havia organizado o ataque contra o palácio de inverno e comandara o Exército Vermelho durante a guerra civil. Vivera muitos anos no exílio, falava muitas línguas, era um orador inflamado e um brilhante analista político. No ocidente, quase todos os analistas e líderes políticos esclarecidos acreditavam que ele seria o sucessor natural de Lenin. Stalin era o inverso de seu oponente: figura apagada, desconhecida do público nacional e internacional. Passara sua vida adulta dentro do partido, trabalhando na burocracia partidária.
Quando Lenin morreu, Stalin ocupara o cargo de primeiro-secretário do partido. Como esse posto controlava tudo, era ele o "homem forte" do país. Todas as nomeações importantes passavam por suas mãos e dependiam de sua aprovação.
As divergências pessoais que surgiram entre os dois líderes estava ligadas a questões ideológicas,
que não eram apenas o álibi nem o pretexto de ambições rivais. Elas possuíam alcance histórico e importância política para o movimento comunista internacional.
Trotsky tinha seus olhos voltados para o mundo do capitalismo desenvolvido. Espírito dotado de imaginação e visionário, acreditava numa revolução social permanente e universal. Achava que a revolução socialista só na Rússia, um país atrasado, era inevitável e que seu êxito dependia do surgimento de revoluções socialistas em outras partes do mundo.
Stalin, por sua vez, calculista e cauteloso, desprovido de solidariedade ao movimento socialista internacional, acreditava que o importante era construir o socialismo na Rússia. Os partidários de Stalin pensava que, mesmo em um país atrasado como a Rússia, era possível construir uma sociedade socialista. Para isso, era necessário deixar de apoiar movimentos revolucionários no exterior, a fim de não provocar os países imperialistas que poderiam invadir a Rússia.
Stalin, habilidoso e controlador da máquina partidária, valeu-se das divisões entre seus adversários. Em 1927, sua vitória estava garantida. Trotsky foi isolado, expulso do partido e dois anos mais tardes dedicou o país, indo radicar-se no México, onde influenciou pequenos partidos socialistas mundiais, igualmente opostos ao regime Stalinista. Mas Stalin, não suportando as críticas trotskistas, que o colocavam como renegado do marxismo e ameaçavam a política burocrática do governo soviético, mandou assassiná-lo, em 1940, na cidade do México.
PERÍODO STALINISTA (1927 - 1953)
O nome adotado pelo país, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, simbolizava teoricamente, que o Estado era federativo. As repúblicas que o compunham teriam autonomia e governo próprio, poderiam desenvolver duas línguas e culturas nacionais, tendo inclusive o direito de separar-se da União. Na prática, não era o que ocorria: o governo da União, com suas instituições superpostas às das repúblicas, centralizava todas as decisões em matéria de segurança militar e policial, relações exteriores, finanças, comunicações, indústria pesada e bélica e outros setores essenciais. O Partido Comunista controlava todos os organismos governamentais da União e das repúblicas, prevenindo qualquer tentativa de autonomia excessiva e separação das repúblicas.
Em 1936, a União Soviética recebeu sua terceira Constituição revolucionária. Na forma e no conteúdo, tratava-se de uma Constituição extremamente democrática: todo poder emanava do povo, o que não ocorria na constituições anteriores, que não concediam direito de voto a determinadas classes e categorias sociais suspeitas aos olhos do novo regime.
Mas na verdade, não era isso que acontecia. A constituição, em seu famoso artigo 6°, dizia que o Partido Comunista tinha a hegemonia do Estado e da sociedade, cabendo a ele dirigi-los. O partido único era o motor e o verdadeiro detentor do sistema de poder soviético. Pouco numeroso em relação ao conjunto da população, era formado por elementos recomendados pela direção, disciplinados e obedientes, sempre sujeitos aos expurgos, caso não se enquadrassem no perfil exigido. Esses militantes gozavam do privilégio de residir em boas casas, receber bons salários e possuir prestígio social, entre outras regalias, como direito a clubes e colônias de férias exclusivas. Para não perder esses privilégios e sofrer sanções penais, demonstravam lealdade total ao sistema. Isso impedia a inovação, a experimentação, a discussão aberta e a crítica construtiva. O que mais fazia para preservar suas carreiras era evitar responsabilidades, buscando a aprovação dos superiores em qualquer ação. Isso salvava a pele, mas não contribuía para o desenvolvimento de uma economia e sociedade complexas.
Na época de Stalin, o Partido Comunista tinha uma existência apenas formal. Exercendo o cargo de secretário-geral, Stalin possuía um poder que poucos homens tiveram na história.
Paralelamente, generalizava-se o trabalho forçado em campos de concentração. Nacionalidades descontentes, dissidentes, acusados de parasitismo, comunistas caídos em desgraça e tantos outros tipos, eram enviados para os campos de concentração. Estimativas modestas calculam em 5 milhões o número de presos e em meio milhão o de executados naquela época.
O terror político, com raros momentos de liberalização, foi tônica dominante. A polícia política era onipresente e a delação era estimulada e incentivada, tornando-se um meio de ascensão social. Mas não foi apenas através do terror que a burocracia Stalinista assegurava o poder. Stalin possuía prestígio popular, em decorrência de resolução de alguns problemas econômicos e culto de algumas personalidades.
Chegou-se então ao cumulo do exagero: todas as casa e escolas da União Soviética exibiam em suas paredes a foto de Stalin; todas as cidades e aldeias tinham a "Rua Stalin"; no cinema artistas altos e bonitos representavam papel de Stalin, que tinha pouco mais do que 1,60 metro de altura; a atual Volgogrado recebeu o nome de Stalingrado, "a Cidade de Stalin".
Ele era o guia genial dos povos. Todos os partidos comunistas se inspiravam no modelo do partido russo. A Revolução Russa era o exemplo para todas as revoluções e Stalin, o modelo de dirigente político de todos os líderes comunistas.
Foi no entanto no final da Segunda Guerra Mundial que se deu o auge do culto da personalidade. Com a derrota do nazi-fascismo, o prestígio da URSS - vencedora - e dos partidos comunistas - elementos importantes na resistência contra os nazistas em vários países - cresceu no mundo inteiro e o de Stalin também. Afirmava-se que tinham sido suas concepções estratégicas geniais que haviam derrotado os nazistas e seus ensinamentos os responsáveis por qualquer melhoria na ciência e na produtividade soviética depois desse período.
O culto da personalidade chegou à falsificação grosseira da história. A Enciclopédia soviética reescreveu toda a história da Revolução de Outubro, engrandecendo o papel de Stalin e diminuindo o de seus adversários: uma foto de Trotsky, tomando o Palácio de Inverno, foi retocada e, em seu lugar, apareceu Stalin ao lado de Lenin tomando o poder.
AS TRANSFORMAÇÕES ECONÔMICAS
Com a consolidação de Stalin, novas necessidades foram criadas: o desenvolvimento da indústria em grande escala e a concepção de forças armadas fortes num mundo que se mostra hostil. Sem capitais estrangeiros que financiasse o desenvolvimento industrial, Stalin e seu grupo resolveram às fontes de financiamento interno. Stalin e seus partidários acreditavam que a melhor forma de financiar a grande indústria era transferir os recursos do campo para a industrialização, já que 80% da população vivia da fazenda. A agricultura seria novamente coletivizada e o Estado controlaria a produção de terra e fixaria os salários dos trabalhadores agrícolas. Esses salários seriam baixos e os preços de revenda dos produtos pelo Estado nas cidades seriam altos, o que geraria capital para a industrialização. O crescimento da inflação, a criação de novos tributos e de taxas cobrados dos consumidores foram outras formas encontradas para financiar a industrialização.
A NEP deixou de existir. Os primeiros resultados foram catastrófico para a agricultura. Os Kulaks e outros camponeses resistiram à coletivização forçada. Para, por exemplo, não entregar os animais ao Estado, abatiam-nos, revendendo-os depois. A falta de carne, de animais de transportes e de cereais fez declinar ainda mais o já miserável padrão de vida da população, provocando fome nos campos e racionamento nas cidades. Kulaks eram presos e executados ou exilados, o que provocou o desaparecimento dessa classe e a diminuição da resistência à coletivização forçada da agricultura. A agricultura soviética, porém, estava comprometida para sempre.
Mas a industrialização acelerada foi assegurada. Devido à queda do consumo individual, a União Soviética pôde poupar 25% do seu PIB para investir na indústria e dispor de mais reservas para investir na educação, no desenvolvimento científico e na defesa militar. Essa capacidade de investimento supera a de qualquer potência européia da época.
A crise da agricultura e o desenvolvimento da indústria começa a mudar o perfil dos trabalhadores soviéticos. Para aprimorar a mão-de-obra que se dirigia para a indústria, o governo colocou um prática um vasto programa de alfabetização, encaminhando trabalhadores para escolas básicas, colégios técnicos e, depois, para as universidades, que formaram muitos engenheiros, administradores, economistas, e matemáticos, essenciais para a direção da economia.
Em 1928, Stalin deu início ao primeiro plano qüinqüenal, que reordenou a economia soviética. Esses planos fixavam metas que deveriam ser atingidas num prazo máximo de cinco anos. O objetivo fundamental desse primeiro plano foi a rápida industrialização da União Soviética, com ênfase na indústria pesada. Os dirigentes políticos soviéticos acreditavam que só o desenvolvimento da indústria pesada poderia ajudar a edificar a sociedade socialista, pois permitiria desenvolver outros tipos de indústrias e criar uma classe operária forte, a fase de sustentação do socialismo. Objetivos militares também passaram nessa decisão.
O primeiro plano qüinqüenal durou até o final de 1932. O segundo estendeu-se de 1933 a 1937 e o terceiro foi interrompido pela Segunda Guerra Mundial em 1941. O quarto plano qüinqüenal terminou em 1950. Todos esses planos tinha um objetivo comum: dotar a União Soviética de uma poderosa indústria pesada. O quarto plano acrescentou alguns objetivos como reconstruir a União Soviética destruída pela Segunda Guerra Mundial, incentivar a natalidade entre outros.
A ênfase dada ao desenvolvimento das indústrias pesada e bélica e a falta de incentivo à agricultura e à indústria de bens de consumo geraram várias distorções na economia soviética. A produção insuficiente de gêneros agrícolas e de bens de consumo, obrigando as pessoas ficarem horas em filas imensas para obter os produtos de que necessitam, o que não acontecia com a burocracia partidária e estatal, que se abastecia nos armazéns exclusivos.
Conclusão
A Revolução Russa foi um dos acontecimentos históricos mais importantes ocorridos durante a Primeira Guerra Mundial. Sua importância decorre do fato de Ter provocado a ruptura da ordem socioeconômica capitalista, que se espalhava pelo mundo sob a hegemonia das grandes potências européias e dos Estados Unidos.
Durante o século XIX, as idéias socialistas elaboradas principalmente na Europa centro-ocidental difundiram-se cada vez mais pelas diversas partes do mundo.
Por uma série de circunstâncias, a Rússia foi o primeiro país onde se tentou levar à prática as idéias do socialismo científico, elaboradas principalmente por Marx e Engels. A União Soviética, a partir de 1917, tornou-se o país pioneiro de uma experiências de enormes proporções, a da criação de uma sociedade socialista, permanecendo isolada nessa situação até o fim da Segunda Guerra Mundial, quando inúmeros países passaram a fazer parte do mundo do socialismo.
Somente no fim da vida, Marx levantou a possibilidade de uma revolução socialista ocorrer na Rússia.
As causas da Revolução Russa de 1917 foram as diversas derrotas na Primeira Guerra Mundial e em outras guerras, o governo absolutista e corrupto, crise econômica e administrativa do país, desigualdade social, fome, altos impostos, entre outros fatores.
Anexos
A “NEP” NA RÚSSIA EM 1921
“Ligado à NEP (Nova Política Econômica), Tchitcherine, comissário do povo para os Negócios Estrangeiros, descreve-me da seguinte maneira a situação do país: - É desejável que explique à Europa a nova política econômica da R.S.F.S.R. (República Socialista Federativa da Rússia), que prevê o restabelecimento do comércio privado, dos bancos, da outorga de concessões. Durante o período assaz longo que ainda nos separa da revolução mundial, precisamos experimentar modelos de cooperação entre a economia comunista e a economia capitalista. Explique-lhe também que as providências agrárias que tomamos constituem um fenômeno histórico de primeiro plano. Os camponeses formam a grande maioria de nossa população. É impossível governar contra eles. Mas e o proletariado urbano que dirige entre as forças antagônicas em presença atualmente. Se os rurais se mostrarem suficientemente interessados na manutenção das nossas disposições, os resultados adquiridos pela revolução consolidar-se-ão. As cidades são incapazes de criar sozinhas a forma da nossa economia. Além disso, um Estado moderno não pode desenvolver-se no isolamento. A NEP quer que o proletariado continue no poder e continue a sua política de classe, mas sabe que, de momento, estes interesses de classe exigem os compromissos de que lhe falo. Ao primeiro período revolucionário, caracterizado por ataques violentos contra a burguesia mundial, sucede agora um segundo período de organização pacífica. O capitalismo estrangeiro deve compreender que não é nem fantasia, nem maquiavelismo da nossa parte convidá-lo para a nossa mesa, mas a própria lógica de revolução.”
(
WEISS, Louves. “Memórias duma européia.” In: FREITAS, Gustavo de. 900
textos e documentos de história. v. III. Lisboa, Plátano, 1976. p. 278-9.)
A CRENÇA DE LENIN
Lenin, líder dos bolcheviques, sabia que a Rússia era um país essencialmente agrário (mais de 80% de sua população morava no campo). País que dava seus primeiros passos no caminho da industrialização. Acreditava, entretanto, que era possível desencadear uma revolução socialista, dando imediato prosseguimento à revolta liberal burguesa contra o regime absolutista do czar. Assim, achava viável concretizar a revolução socialista em países de capitalismo nascente, onde a expansão burguesa ainda tivesse sendo dificultada pelas forças agrárias tradicionais, de índole feudal.
Lenin via na Rússia a existência de condições históricas que permitiam a eclosão da Revolução Socialista, principalmente depois que a Primeira Guerra Mundial arruinou a estrutura de poder que sustentava o Estado imperial russo.
Tendo em mente a Revolução Socialista, Lenin empenhou-se em organizar o Partido Bolchevique, formando membros disciplinados que deveriam estar conscientes de seu papel de “vanguarda do proletariado”. O Partido elegeria uma direção centralizadora, que imporia vigorosa disciplina interna em seus quadros, para evitar a difusão de “desvios” ideológicos em relação à doutrina marxista.
QUEM TEME OS LOBOS NÃO VAI À FLORESTA
Lenin tinha absoluta consciência das circunstâncias excepcionalmente complicadas que deveria superar para os bolcheviques continuarem no poder, dando prosseguimento à Revolução Socialista. A esse propósito, escreveu em 1917: Uma revolução, uma revolução real, profunda, do povo, para usar a expressão de Marx, é o processo incrivelmente complicado e penoso da morte de uma velha ordem social e o nascimento de uma nova, o ajustamento das vidas de dezenas de milhares de pessoas. Uma revolução é a mais aguda, mais furiosa e desesperada luta de classes e guerra civil. Nenhuma grande revolução da história escapou da guerra civil. Se não houvesse circunstâncias excepcionalmente complicadas, não haveria revolução. Quem teme os lobos, não vai à floresta.
Bibliografia
1)SOUZA, Osvaldo Rodrigues de. História Moderna e Contemporânea. 21a edição. Editora Átila. São Paulo, 1992.
2)CAMPOS, Raimundo. Estudos de História Moderna e Contemporânea. Atual Editora Lida. São Paulo, 1991.
3)MELLO, Leonardo Itauçu A., COSTA, Luís César Amad. História Moderna e Contemporânea. Editora Scipione. São Paulo, 1993.
4)Internet: http://users.linkexpress.com.br/phfj
5)COTRIM, Gilberto. História e Consciência do Mundo – 2o grau. 5a edição. Editora Saraiva. São Paula, 1997.
a) as causas da Revolução:
A pobreza da ampla maioria da população(que era agrária) que mal tinha dinheiro para se alimentar e a fraca administração econômica do governo.
b)quem eram os bolcheviques e os mencheviques.
Os mencheviques eram a menor agremiaçâo e os bolcheviques eram a maior (e mais pobre)
partido organizado.
c)quais as fases da Revolução.
Primeiro os mencheviques tomaram o poder, depois o governo foi (devido à falta de planejamento) parar nas mãos dos bolcheviques,que estavam mais organizados.
d)as principais mudanças ocorridas com a Revolução.
Economia organizada com pequenas transações comerciais.
e)o que é socialismo.
Sistema de governo em que o Estado controla totalmente a economia.
f)quem foi Karl Marx? quais as idéias defendidas por ele? como essas idéias influenciaram o mundo?
O mais inteligente socialista. Que todos pudessem se organizar e controlar a produção econômica. Com revoluções estudantis e intelectuais pelo mundo, além de governos que chegaram às vias de fato (Rússia, China, Cuba).
g) quais países são socialistas na atualidade? quais as características desses países?
Cuba e China. Estado forte na vida individual.
h)Qual a diferença do socialismo defendido por Marx e o socialismo utópico?
leandro Andrade
O socialismo utópico era sonhador, exagerado e teria poucas liberdades individuais.
Socialismo
O Socialismo é um sistema sócio-político caracterizado pela apropriação dos meios de produção pela coletividade. Abolida a sua propriedade privada destes meios, todos se tornariam trabalhadores, tomando parte na produção, e as desigualdades sociais tenderiam a ser drasticamente reduzidas uma vez que a produção, sendo social, poderia ser equitativamente distribuída.
A proposta de Karl Marx, um dos autores que desenvolveu este tema, é a de que o socialismo fosse um sistema de transição para o comunismo, que eliminaria de forma integral o Estado e as desigualdades sociais.
Os países socialistas atualmente são Cuba, Coréia do Norte e China. No entanto, estes já adotam muitas práticas econômicas capitalistas, principalmente a China. As características socialistas estão mais presentes na política.
O pensamento socialista foi primeiramente formulado por Saint-Simon (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837), Louis Blanc (1811-1882) e Robert Owen (1771-1858). O socialismo defendido por estes autores foi, mais tarde, denominado de socialismo utópico por seus opositores marxistas (os quais, por oposição, se autodenominavam socialistas "científicos"), e vem do fato de seus teóricos exporem os princípios de uma sociedade ideal sem indicar os meios para alcançá-la. O nome vem da obra Utopia de Thomas More (1478-1535).
Desde o século XVI, autores como Thomas More e Tommaso Campanella (1568-1639) imaginavam uma sociedade de iguais. Na França do século XVIII, o revolucionário Gracchus Babeuf (1760-1797) escreve o Manifesto dos iguais que coloca o abismo que separa a igualdade formal da tríade “liberdade, igualdade, fraternidade” e a desigualdade real.
Socialismo é um nome mais aceitável para Comunismo.
Ass. Liliane Nogueira
O Socialismo seria, em teoria, um sistema de governo onde todos os meios de produção pertencem à coletividade, onde não existiria o direito à propriedade privada, as desigualdades sociais seriam pequenas e a taxa de analfabetismo muito baixa, pois seria um sistema de transição para o comunismo - onde não existiria mais Estado nem desigualdade social - portanto o Estado socialista deveria diminuir gradualmente até desaparecer.
Obviamente essa diminuição de poder nos paises socialistas não orcorreram, ao invez disso os governos desses países se tornaram, em sua maioria, ditaduras. Podemos observar esse fato com o exemplo da China onde o governo é descrito como autoritário, socialista, com pesadas restrições à liberdade de imprensa, de reunião, de movimento, de direitos reprodutivos e de religião, além de obstáculos ao livre uso da internet.
As diferentes teorias socialistas surgiram como reação à desigualdade, opressão e exploração que as pessoas enxergavam na sociedade capitalista do século XIX.
Ass:jaqueline 3º ano matutino
Do ponto de vista político e econômico, o comunismo seria a etapa final de um sistema que visa a igualdade social e a passagem do poder político e econômico para as mãos da classe trabalhadora. Para atingir este estágio, deveria-se passar pelo socialismo, uma fase de transição onde o poder estaria nas mãos de uma burocracia, que organizaria a sociedade rumo à igualdade plena, onde os trabalhadores seriam os dirigentes e o Estado não existiria.
Ass: Tatiane 3ºano Matutino
Li os comentários de vocês e acho que vocês devem criar mais e copiar menos as notas serão dadas em sala de aula.
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